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Tardes de menina

Sentada diante de um volante, presa no engarrafamento há 50 minutos, ela sentiu falta daqueles dias felizes da infância.

O pai e o tio trabalhavam juntos em uma oficina automotiva, só os dois. Então, no verão, a mãe a deixava ir com o pai para o trabalho. Sair do apartamento pequeno era bom. Ia com a irmã mais nova e a prima mais nova ainda. Deviam ter no máximo 4 anos e ela era a mais velha e, portanto, a responsável pelas duas pequeninas. Talvez não, mas ela gostava de pensar que sim. Leia o resto deste post

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