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Orquestra Unisinos toca Clássicos do Cinema

Minha primeira experiência com eventos desse tipo. Achei bem difícil… Eu explico: o palco super iluminado e escuridão ao redor somados ao fato de que não se pode chegar muito perto dos músicos e não se pode passar na frente das pessoas. Além de me faltar técnica e não estar habituada com a Canon 50D, resultaram nisso. Quase 200 fotos e só se aproveita essa daí (que nem ficou tão boa assim). As outras ou ficaram sem foco, granularam, ou ainda “estouraram” (ficaram brancas demais ou amareladas).

– Bem vinda ao mundo fotográfico! – alguém me disse.

É, bem vinda! Mas um dia eu chego lá… 😀

 

P.S.: Só eu achei aquele músico da esquerda a cara do Marco Luque? ;D

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Pretérito perfeito

Eu perdi, eu não vi, eu nasci… Na época errada!

Queria ter assistido Mattew Broderick “Curtindo a vida adoidado” na estréia nos cinemas. Ou cantar com Jon Cryer (muito antes de ser um pai divorciado e barrigudinho em Two and a Half Man) tentando impressionar a personagem de Molly Ringwald em  “A garota de rosa shocking”. E até, imitar o Tom Hanks pulando no piano gigante de “Quero ser grande”.

Eu poderia ter suspirado pelo Tom Cruise em “Ases Indomáveis”, em vez de assistí-lo reprisar, incontáveis vezes, na Sessão da Tarde. Eu não sou louca pelo Tom Cruise, nem o acho o mais gostosão de todos, mas eu gosto de motocicletas e raybans! Além do que, minha adolescência poderia ter passado sem o Nick Carter e seus amigos.

Eu era pra ter virado noites com Billy Idol, na década de 80 com Dancing with myself ou namorado ao som de “Eyes without a face”. Embora, meia de lurex, permanente no cabelo e esmalte fluor não sejam os meus favoritos, não me importaria muito, se tivesse sido ‘escandalizada’ com a Madonna e seus sutiãs pontudos.

Os anos 80, assim como toda e qualquer época, tiveram seus altos e baixos. Poderia passar horas aqui dizendo o que queria ter visto em seu lançamento. Podem achar bobagem, mas sinto que perdi uma parte da cultura POP. São as velhas saudades do que não vi, de um passado que não tive por uma questão biológica.

Eu perdi o pretérito perfeito!

P.S.: Pra compensar, vou dormir ouvindo “I melt with you” do Modern English e da próxima vez, falo do que perdi nos anos 70.