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Pra onde foi?

A falta de sono. Números, números e mais números. A tarde quente de quase-verão O longo trajeto no transporte coletivo. Sexta-feira, 19h. Corredores de um mercado cheio.

Eventos cuja sequencia são de tirar qualquer um do sério. Depois de tropeçar em caixas de leite espalhadas pelo chão, tomar um pisão no pé e tirar 5 carrinhos abandonados no meio do caminho, finalmente, consegui chegar até o freezer das carnes. Leia o resto deste post

Gordos

Ele foi olhar a caixa do correio e encontrou o milésimo panfleto de propaganda do último mês. Outra pizzaria. Continha as mesmas informações básicas: sabores, tamanhos, horário de atendimento, localização, o site e o telefone para contato.

Ela, sentada no sofá, olhou de relance e disse: Leia o resto deste post

Peixes pescadores

Feliz dia dos namorados... Er... Ahn... Atrasadinho!

Olhos vidrados em uma tela, coração e mente abertos. Ambos apaixonados por imagens, ela a buscá-las, ele a produzi-las. Ambos amantes das letras, ele homem de exemplos, ela mulher de metáforas. Vídeos pra cá, áudios pra lá. Pessoa indo, Neruda vindo. Florbela a ilustrar, Clarice a revidar. Leia o resto deste post

Madrugando

Sábado a noite, enquanto rolava aquela cervejinha gelada, ele perguntou porque eu gostava da noite, respondeu o de sempre: Silêncio! Eu gosto do silêncio. Uma reposta genérica, mas que não deixava de ser verdadeira.

 “Mas faz o que na madrugada?” Ah, vejo filmes pornôs e penso em sexo selvagem. Isso era que ele queria ouvir, por isso eu o disse e ri. Ele também riu, obviamente, não levando a sério. Quem levaria? Ok, não responda. Prefiro não saber. Leia o resto deste post

Feliz dia, mamães!

 Eu não sou mãe, mas sou chefe. Comando 19 pessoas divididas em quatro equipes, dentro de dois restaurantes nos turnos do almoço e janta. Sou chefe 24 horas por dia! Isso é quase como ser mãe, não é? Leia o resto deste post

Sede

Foto: Ândria Ortiz

 

 

 

 

Poeminha do contra

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

Mario Quintana Leia o resto deste post

Peixe

Eu sou, na verdade, um peixe
de água salgada, com certeza
não há corrente que tonta me deixe
ou impeça de nadar com destreza

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Vai e não volta

Vês?

Vem e exagera,
me venera
e não espera Leia o resto deste post

Tranquilidade

Eu e meus sonhos estranhos com pessoas aleatórias. Desta vez, sonhei que chovia. Não era uma tempestade, era mais como a chuva fina e constante que cai durante grande parte do ano na cidade.

Lembro de sentir sono, muito sono. Arrastava as pernas enquanto descia as escadas e seguia o fluxo de alunos barulhentos. Os olhos mal conseguiam se manter abertos, mas conhecia tão bem aqueles corredores, que poderia andar por eles sem, de fato, vê-los. Além de um livro, carregava o antigo fichário preto, bordado em letras cor-de-rosa. Era um fardo pesado e eu estava cansada. Leia o resto deste post

Pretérito perfeito

Eu perdi, eu não vi, eu nasci… Na época errada!

Queria ter assistido Mattew Broderick “Curtindo a vida adoidado” na estréia nos cinemas. Ou cantar com Jon Cryer (muito antes de ser um pai divorciado e barrigudinho em Two and a Half Man) tentando impressionar a personagem de Molly Ringwald em  “A garota de rosa shocking”. E até, imitar o Tom Hanks pulando no piano gigante de “Quero ser grande”.

Eu poderia ter suspirado pelo Tom Cruise em “Ases Indomáveis”, em vez de assistí-lo reprisar, incontáveis vezes, na Sessão da Tarde. Eu não sou louca pelo Tom Cruise, nem o acho o mais gostosão de todos, mas eu gosto de motocicletas e raybans! Além do que, minha adolescência poderia ter passado sem o Nick Carter e seus amigos.

Eu era pra ter virado noites com Billy Idol, na década de 80 com Dancing with myself ou namorado ao som de “Eyes without a face”. Embora, meia de lurex, permanente no cabelo e esmalte fluor não sejam os meus favoritos, não me importaria muito, se tivesse sido ‘escandalizada’ com a Madonna e seus sutiãs pontudos.

Os anos 80, assim como toda e qualquer época, tiveram seus altos e baixos. Poderia passar horas aqui dizendo o que queria ter visto em seu lançamento. Podem achar bobagem, mas sinto que perdi uma parte da cultura POP. São as velhas saudades do que não vi, de um passado que não tive por uma questão biológica.

Eu perdi o pretérito perfeito!

P.S.: Pra compensar, vou dormir ouvindo “I melt with you” do Modern English e da próxima vez, falo do que perdi nos anos 70.

Sozinha

Estremeço de prazer por entre a novidade de usar palavras que formam intenso matagal. Luto por conquistar mais profundamente a minha liberdade de sensações e pensamentos, sem nenhum sentido uti lit ário:

sou sozinha, eu e minha liberdade.

É tamanha a liberdade que pode escandalizar um primitivo, mas sei que não te escandalizas com a plenitude que consigo e que é sem fronteiras perceptíveis. Esta minha capacidade de viver o que é redondo e amplo – cerco-me por plantas carnívoras e animais legendários, tudo banhado pela tosca e esquerda luz de um sexo mítico.

Vou adiante de modo intuitivo e sem procurar uma idéia:

sou orgânica.

E não me indago sobre os meus motivos. Mergulho na quase dor de uma intensa alegria; e para me enfeitar nascem entre os meus cabelos folhas e ramagens…

Clarice Lispector

Tudo novo!

Hoje é 21 de setembro!

Ok! Grande coisa!

Hoje não há nada de muito importante, mas ontem… Ah, o 20 de setembro!!! Data máxima para meu povo gaúcho. Dia de exaltar a ânsia de um povo por liberdade. A luta, o sofrimento, mas nunca a desistência. Foram 10 anos de Revolução Farroupilha e, ontem, foi dia de homenagear nossos soldados farrapos.

Como eu não podia deixar passar, também foi o dia do lançamento da pedra fundamental do estádio do imortal tricolor Grêmio Foot-ball Porto-Alegrense, que mesmo não estando em boa fase, também não desistirá.

Além de todos esses motivos de festa, caso não tenhas percebido,  estamos de casa nova. Uma mudança de endereço do consultório. Pintamos as paredes,  trocamos os assoalhos e agora estamos aqui. Clean e minimalista. Demorou um pouco e ainda não está como quero e, infelizmente, meu tempo anda curto. Tenho que dar um jeito na vida, né?!

Pois é… Novo domínio para um blog que ganha um novo formato. Apartir de agora, além das crônicas, vou postar tudo que der vontade! Vídeos, citações, sonhos malucos. Nem sempre serão bem elaboradinhos como gosto, visados e revisados, menos rebuscaDinha. #piadainterna Enfim, provavelmente, sejam mais dinâmicos e verdadeiros. Mais, tipo  assim, como eu!

Mulher de falas, nem sempre pensamentos. ;D

Então para comemorarmos tudo isso, poderia ter escrito um texto digno, mas na máxima aquela de que uma imagem vale mais do que mil palavras, os deixo com 2 vídeos para apreciarem sem moderação!!!

O primeiro é o Hino do Rio Grande do Sul. Como há várias pessoas que acessam o blog que não são daqui, já aviso: não esperem o formato normal de hinos. Aqui no estado, o hino faz parte do nosso dia-a-dia. É uma composição para ouvir e cantar sempre!

O segundo é Céu, Sol, Sul, Terra e Cor. Que é uma das músicas mais lembradas pelos gaúchos e uma das minhas favoritas! Interpretada por vários artistas, nos mais diversos cantos do estado. Lembrando que Joca Martins, gravou na Charqueada São João e o Grupo Tholl, gravou sua parte no Chafariz das Nereidas, centro de Pelotas.

Assistam, porque isso é poesia, meu povo!

Hino Sul Rio-Grandense por Wilson Paim>

Céu, Sol, Sul, Terra e Cor – Clipe Teledomingo da RBS TV